Sistemas de Informações Gerenciais (SIG)

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Sistemas de Informações Gerenciais (SIG)

Página destinada aos alunos da disciplina de Sistemas de Informações Gerenciais (SIG), do IFSP Capivari.

Aqui você vai encontrar materiais das aulas, dicas, vídeos e informações importantes sobre a disciplina. Confira sempre esse espaço, aproveite e, em caso de dúvidas, fale com o professor pelo e-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com ou  andre.belini@ifsp.edu.br

Ementa da disciplina:

Análise dos Sistemas de Suporte a Decisão nas organizações. Estudo sobre Data Warehouse com sua análise dimensional e processo de ETL. Estudo sobre Data Mining com seus algoritmos de Correlação.

Materiais de Aula:

ADS – SIGA5 – Plano de Ensino

PDI – Trabalho em Grupo

Aula 01 e 02 – Apresentação Disciplina. Conceitos Fundamentais SIG

Aula 03 – Questões éticas e sociais em sistemas de informação

Aula 04 – Ebusiness como as empresas usam os sistemas de informação

Aula 05 – Conquistando Vantagens Competitivas com SI

Aula 05 – Atividades Práticas

Aula 06 – Fundamentos da inteligência de negócios

Aula 07 – Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente

Hospital Samaritano e a implementação de ERP

Aula 08 – Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento

Composição de Notas e Média

1° Avaliação: Trabalho de pesquisa e escrita em grupo. Essa atividade será composta pela parte escrita do trabalho, que valerá até 4,00 pontos, e também a apresentação final, que valerá até 2,00 pontos.

2° Avaliação: Prova individual. Valerá até 4,00 pontos

Média Final = (Trabalho * 0,40) + (Apresentação * 0,2) + (Prova *0,4)

 

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Vídeos Relacionados à Disciplina – Materiais Complementares

Atendimento ao Cliente

Forças Competitivas de Porter

O que é ética?

Ética e Tecnologia

Interesse nas redes sociais (vamos rir um pouco)

O Departamento de T.I.

 Quem são seus concorrentes?

Logística e Comércio Eletrônico

Business Analytics – Transformando Dados em Insights

Computação Cognitiva

Planejamento de Projetos – Não deixe para amanhã o que pode ser feito agora

Engenheiro prá que? – Cuidado para não complicar o simples..

Paciência no atendimento ao cliente

Gestão da Cadeia de Suprimentos

Supermercado do Futuro ou do Presente?

Novas Tecnologias

Etapas do Processo Decisório

Como Tomar as Melhores Decisões

Cidades Mais Inteligentes

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Segurança de Redes

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Segurança de Redes

Página destinada aos alunos da disciplina de Segurança de Redes, do IFSP Capivari.

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Ementa da disciplina:

A disciplina apresenta as ameaças às redes de computadores e os mecanismos para buscar garantir a segurança e minimizar os riscos, utilizando ferramentas próprias.

Materiais de Aula:

MSI – SEGT3 – Plano de Ensino e Plano de Aula

Aula 01 – Introdução à Segurança em Redes de Computadores

Aula 02 – Técnicas comuns de ataques – Ataques para obtenção de informações

Aula 03 – Técnicas comuns de ataques – Fraudes e Ataques utilizando malwares

Aula 03 – Atividades Práticas

Aula 04 e 05 – Ataques de força bruta e Ataques de Negação de Serviço

Aula 06 – Aprimorando a segurança da rede – Princípios de criptografia e certificação digital

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Composição de Notas e Média

1° Avaliação: Trabalho de pesquisa e escrita em grupo. Essa atividade será composta por um trabalho de pesquisa que irá compor a nota da primeira prova.

2° Avaliação: Prova individual. Essa atividade irá compor a nota da segunda prova

Média Final = (1° Avaliação + 2° Avaliação) /2

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Vídeos Relacionados à Disciplina – Materiais Complementares

Roubos pela Internet – Crimes Virtuais

Segurança na Internet – Invasores

Invasores (malwares)

Defesa – Prevenção

Botnets

A Arte da Perícia Digital

http://olhardigital.uol.com.br/video/a-arte-da-pericia-digital/10582

Segurança nas Redes Sociais

Criptografia – Como proteger suas informações

Introdução a Criptografia – Aula MIT

Segurança Digital – Olhar Digital

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Links Relacionados à Disciplina – Materiais Complementares

http://idgnow.com.br/internet/2015/03/19/vazam-na-internet-dados-sigilosos-de-alunos-de-escola-tradicional-de-sp/

http://insecure.org/tools/tools-pt.html

Download do Software Maltego 

https://www.paterva.com/web6/products/download.php

Para instalar o Maltego, será necessário ter a versão 7 do Java. Para instalar, siga os passos abaixo:

http://ubuntued.info/como-instalar-o-oracle-java-no-ubuntu

Fontes Confiáveis de Informações

http://www.cert.br/

http://www.cgi.br/

http://www.nic.br/

http://ceptro.br/

http://www.cetic.br/

http://olhardigital.uol.com.br/home

http://info.abril.com.br/

 

softwaresSoftwares Relacionados à Disciplina

NMAP – Download aqui

XHydra – Download aqui (também pode ser baixo pelo Ubuntu Software Center)

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Introdução à Computação

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Introdução à Computação

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Ementa da disciplina:

Tecnologias e aplicações de computadores. Tecnologia da informação. Representação e processamento da informação. Sistemas de numeração (decimal, binário, octal e hexadecimal). Aritmética binária. Representação de dados.

Materiais de Aula:

Introdução à Computação – PEA

Aula 01 e 02 – Apresentação Professor e Conceitos Gerais

Aula 03 e 04 – Impacto Novas Tecnologias e Conversão de Bases

Aula 05 – Conversão de bases

1° Lista de Exercícios

Aula 06 – Aritmética Computacional

Trabalho da Disciplina – Introdução à Computação

 

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Composição de Notas e Média

1° Avaliação: Atividade em grupo. Essa atividade será composta por um trabalho de pesquisa e uma lista de exercícios e irá compor a nota da primeira prova.

2° Avaliação: Prova individual. Essa atividade irá compor a nota da segunda prova

Média Final = (1° Avaliação + 2° Avaliação) /2

 videosVídeos relevantes à disciplina

T.I. Verde

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Faça o que você gosta e com o que você tem

Acordei um dia desses com essa frase na cabeça, como se alguém a estivesse falando para mim, bem naquele momento em que você está acordando e já nem sabe mais se está dormindo ou acordado. Ela ficou em minha mente o dia todo e isso me deixou bastante reflexivo, pois como humano que sou, estou vivendo alguns dilemas e buscando a resposta para algumas dúvidas e essa frase veio bem a calhar, posso dizer que foi providencial.

É verdade que sempre estamos buscando a situação perfeita, o momento certo, os equipamentos adequados ou qualquer outra coisa que não temos, mas que é essencial para realizarmos nossos sonhos e objetivos, sempre falta algo para que sejamos plenamente felizes e não sou diferente disso. Me cobro muito, quando vou fazer algo tem que ser perfeito, seja lá o que for, e, com isso, crio expectativas inalcançáveis, fato que, naturalmente, acaba trazendo uma série de desdobramentos. Creio que isso acontece comigo e com muitas outras pessoas, para não ter a presunção de dizer todas e, nesse momento, “ouço” essa frase, que pode ter vindo do meu próprio subconsciente, ser uma mensagem divina, um anjo da guarda, enfim, cada um tem sua forma própria de justificar esses acontecimentos espontâneos, mas independente de onde ele tenha vindo, foi válido e muito importante.

Uma frase simples em sua estrutura, mas bastante profunda:  Fazer o que você gosta. Parece algo muito simples, mas você sabe bem do que você gosta? Gostamos de fazer muitas coisas, mas aquilo que realmente amamos ou nos identificamos alguns passam a vida toda tentando achar, prova disso é a quantidade de pessoas que mudam de profissão, de estilo de vida, de cidades e até países, sempre buscando algo que eles ainda não encontraram, talvez, exatamente por não terem ainda achado sua paixão, aquilo que gostam de fazer. Hoje eu não tenho mais problemas quanto a isso, sei identificar muito claramente aquilo que gosto, aquilo que me dá prazer, que me faz feliz, sem fazer qualquer alusão àquele grande hipermercado que tenho certeza que já veio a sua mente. Isso é a força de um bom marketing, mas é assunto para outra ocasião, por enquanto, vamos voltar ao “o que faz você feliz”.

Ao mesmo tempo que me sinto um privilegiado, pois já sei aquilo que muitos passam a vida buscando, vem o outro lado. Isso mesmo, nem tudo pode ser perfeito, existe outro lado: Não tenho meios, recursos, ferramentas ou formas de fazer o que gosto de fazer! Quem sabe se eu ganhasse mais eu poderia comprar o que preciso para fazer o que gosto, quem sabe se eu ganhasse na loteria, quem sabe…..são muitos “quem sabe” e, quando me dou conta, não fiz nada do que poderia ter feito, pois estou esperando alguma coisa, alguém, mas é fato que falta algo. Será que o que realmente falta não é a minha definição sobre o que realmente quero?

Fazer o que você gosta com o que você tem. Simples e profundo. Ah, mas eu não consigo fazer o que gosto com o que tenho! Será que não mesmo? Talvez não consiga fazer o perfeito que me cobro, mas será que não dá para baixar um pouco o padrão e fazer o que dá para ser feito? É, acho que sim… pensando dessa forma, acho que dá sim!

É isso, somos condicionados o tempo todo a sempre sermos perfeitos, melhores que tudo e todos, infalíveis, mas será que não é isso que nos traz tantas angústias, sofrimentos, depressões e crises de ansiedade e pânico? O medo de que o mundo veja que eu não sou o que eles querem que eu seja? E daí? Tenho que atender as minhas expectativas ou as do mundo?

Qual é a característica em mim que me diferencia dos demais? Aquilo que quando você faz te deixa com uma sensação boa, de prazer e de felicidade, isso é o que você gosta e o que você deve explorar, é o seu dom, aquilo que melhor você sabe fazer. Meios para colocar em prática? Sei que vão existir muitas dificuldades, mas nada que nos paralise ou que nos impeça de fazer o que tem que ser feito. Comece do jeito que for possível, se movimente, mostre ao universo sua vontade, movimente suas energias e veja que o restante também vai começar a se movimentar. Isso não é esoterismo e nem papo zem, é física pura e simples, somos energia e o universo também é energia, portanto, aqui que emanamos, recebemos de volta. Se jogamos dificuldades, mais dificuldades vão aparecer, se mostro, por outro lado, que quero soluções e novas condições e me movimento para isso, também vamos receber a mesma energia como retorno. Muitas religiões estudam isso, mas se você não acredita em nada disso, não tem importância, estude física e verá que é a mesma coisa, apenas com nomes diferentes.

No momento estou fazendo o que gosto, com o que tenho, estou escrevendo, que é o que gosto, com minha capacidade racional para isso, utilizando-me como ferramenta do notebook, que é o que tenho para fazer o que gosto. Viu como é simples? Se você chegou até esse ponto, provavelmente também está fazendo uma das coisas de que gosta, que é ler. Realmente é simples, nós é que complicamos o tempo todo. Mantenha sempre a simplicidade em sua mente e achará formas de tornar as coisas mais fáceis. Vejamos a simplicidade de uma criança, que ainda não foi contaminada pelo mundo e pelas neuroses da vida, para ela coisas importantes são o carinho dos pais, o alimento, algum brinquedo e um lugar para dormir. Claro que não sou ingênuo, mas será que realmente precisamos de tudo o que achamos que precisamos para ser feliz?

Não digo para que todos sejamos irresponsáveis, nada disso, apenas para fazer o que podemos fazer, com os recursos que temos em mãos e, dentro do possível, buscar a tão sonhada e almejada felicidade, que nunca será conquistada enquanto continuarmos a coloca-la em patamares onde, nós mesmos, nunca vamos alcançar.

Faça o que você gosta, com o que você tem e vá ser feliz!

 

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E mais um ano vai chegando ao fim

Nem demorou tanto e já estamos nós no final do ano novamente, começam as tradicionais musiquinhas “então, é Natal e o que você fez, um ano termina e nasce outra vez” e “hoje é um novo dia, de um novo tempo que já chegou”. Isso mesmo, esse começo foi só para deixar essas músicas na sua cabeça por alguns dias, caso elas ainda não estivessem, mas tudo bem, é Natal, não guarde rancores de mim por isso. Mas que você vai passar alguns dias cantarolando essas músicas, isso vai…

Agora que você já incorporou o espírito do Natal, vamos falar sério um pouco. Em minha mensagem, no final do ano passado, eu falei que não iria desejar um Feliz Natal e um Bom Ano Novo para ninguém, pois não adiantaria mesmo, afinal, só você poderia fazer isso por você mesmo. Eu então te desejei boas atitudes, num desejo de que as mudanças que você tanto quer pudessem começar a acontecer,  não porque eu te desejei, mas sim, porque você, com suas atitudes, começou a busca-las.

Embora seja uma época em que todo mundo pensa na vida, faz planos e mais planos, vou falar um pouco sobre o oposto disso. Em alguns momentos penso que fazemos muitos planos e agimos pouco. É muito planejamento e pouca ação. Quantos projetos você já pensou ou até escreveu? Agora, quantos colocou em prática? É muito comum, dentro do meio empresarial, se discursar sobre a importância do planejamento e, naturalmente, não acho que isso seja inválido, pelo contrário, mas só planejar não resolve, precisamos colocar em prática. Há quantos anos você planeja ficar rico, emagrecer, aprender um novo idioma, viajar, casar, separar e por ai vai?

Parafraseando uma palestra do Mário Sérgio Cortella, vou usar aqui um pouco da sua fala, que é um fato: “deixa eu te contar uma coisa, nós vamos morrer”. Sabe aquele seu planejamento a longo e médio prazo? Pode ser que você nem tenha tempo de coloca-lo em prática e falo isso não para te deixar deprimido, pelo contrário, para tentar  mostrar que nossa vida é curta, muito curta e que não temos tempo para desperdiçar com coisas fúteis ou que não nos acrescente nada, não temos tempo para muitos planos, precisamos viver, precisamos realizar, rápido, pois a nossa partida é em muito breve, no máximo, caso você seja hoje um adolescente, em uns sessenta ou setenta anos, mas que ainda assim, nada representam, pois são uma ínfima fração do tempo, que passa num piscar de olhos.

E como, invariavelmente, vamos morrer, como vamos viver nossa vida hoje? Será que vale a pena sofrer tanto? Se preocupar tanto? Brigar tanto? Começo a pensar que não! Sei que esse conhecimento só é adquirido pela idade, é a famosa sabedoria que só a idade pode trazer, talvez até pela percepção de que metade da vida ou mais já se foi. É comum, todo jovem se achar imortal, mas o tempo passa e vamos morrer, uns mais cedo, outros mais tarde, mas vamos morrer e como não sabemos quando isso vai ocorrer, melhor viver cada dia como se ele fosse o último. Sei que é um chavão, muitos já falaram isso, mas penso que só agora compreendi o real significado dessa frase. Pense nisso também.

Ao longo desse ano eu pratiquei um pouco daquilo que falei na minha mensagem do ano passado, comecei a me desapegar de coisas que já não fazem mais sentido na minha vida, passei a valorizar mais a minha própria vida, abri mão de coisas que já não acredito, mas nem por isso, vou deixar de lutar por tantas outras. Mudar não é fácil, hoje posso dizer isso com propriedade, mudar, naturalmente, acarreta desconfortos, mas que passam. Comecei a perceber de que nada adiantaria passar o resto da vida reclamando de uma situação se eu não fizesse nada para muda-la, pois eu seria só mais um chato, que reclama mas nada faz, mas eu sei que cada um tem seu tempo e eu mesmo demorei um pouco para perceber isso, ainda não percebi muitas coisas, luto, tenho minhas angústias, choro, mas não me arrependo, pois ao tomar uma atitude você deve estar convicto das consequências. Posso não saber exatamente o que vou fazer, mas sei o que não vou, posso não saber exatamente para qual caminho ir, mas sei aquele que não entro mais, essas são coisas que os anos vão te mostrando, que as experiências vão trazendo, com sofrimentos, com alegrias, mas que vão compondo a nossa essência.

Um grande passo para as mudanças é você começar a aprender que não é perfeito, que fez escolhas erradas, mas que nem por isso merece sofrer. Esse mecanismo psicológico é muito complexo e nós, primeiramente, negamos a necessidade da mudança porque não queremos admitir que erramos, afinal, se eu não tivesse errado, não precisaria mudar, mas se preciso, é porque fiz algo incorretamente. Depois, inconscientemente vem a autopunição, o sofrimento que você acha merecido e que novamente te estaciona, te impede de dar alguns passos e perceber que existem muitas outras coisas além do seu míope campo visual. Quando você admite que não é perfeito e para de se punir, somente nesse ponto,  é que as mudanças começam a ocorrer e não se iluda, pois não serão fáceis,  você estará rompendo com toda sua história, com todas suas convicções e isso não é um passo pequeno.

Nesse ano, assim como em outros que virão, se eu ainda estiver por aqui, continuarei a te desejar atitudes, mudanças, ações, ou seja, que você se perceba como alguém especial, que não merece sofrimento algum, mas que nem por isso estará isento de passar por adversidades, mas que diante delas, deve lutar e mudar e não ir se acostumando ao sofrimento, se anulando, se apagando um pouco a cada dia. A crise política passa, a dívida deixa de existir ou não, muros caem, outros se erguem,  o homem chegou  a outros planetas, só não conseguiu ainda viajar ao seu próprio íntimo e se descobrir, explorar seus sentimentos e emoções e ver quem realmente é.

Não estou dizendo a você o que fazer, estou fazendo isso a mim mesmo, assim como já o fiz no ano passado, estou tendo uma conversa comigo mesmo, mas resolvi compartilhar com você também. Tenha certeza de que nem tudo vai sair como você imagina, não será no ritmo que você quer, mas o importante é olhar para trás e ver que você não estacionou, que não passou mais um ano da sua breve vida fazendo as mesmas coisas que não lhe dão prazer.

Que possamos buscar coisas que nos tragam significados, que façam nossa passagem por aqui valer a pena, que sejam coisas simples, pois muitos também sempre ficam esperando por grandes acontecimentos, mas as grandes alegrias normalmente residem em coisas simples, portanto, que você tenha a simplicidade em sua essência, que possa ainda ficar admirado com a beleza de uma flor que nasce numa calçada, com a festa que seu cachorro faz quando você chega em casa, com o sorriso do seu marido ou mulher ao acordar pelas manhãs, pelos momentos que você passa sozinho e que permitem um encontro com seu verdadeiro EU, que o sorriso de uma criança te emocione, assim como o abraço de um amigo, coisas simples, mas tão distantes da nossa atual realidade, onde o virtual substitui cada vez mais o real.

E já que a vida é curta, pode sair da frente dessa tela agora, vá viver, olhe ao seu lado, perceba as pessoas, ligue para seu amigo que você não fala há anos, abrace um desconhecido, sei lá, faça algo que comece uma revolução na sua vida mas não queira mudar o mundo, mude sua vida e o mundo, pelo menos para você, será diferente.

Um grande abraço a todos! Boas mudanças a todos nós!

Epitáfio – Titãs

P.S. O “acaso” é o nome que Deus usa quando não quer assinar suas obras….

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Eleições – A grande transferência de responsabilidades

Para começo de conversa, embora o assunto seja política, não vou aqui discutir sobre um candidato ou outro, mas sim, sobre a transferência de responsabilidades que esse evento está proporcionando. Ainda nessa linha, também não vou falar das responsabilidades partidárias, mas sim, das suas, das minhas, das nossas responsabilidades, que estão cada vez mais relegadas a nada!

Não sou o único a dizer e também a observar, principalmente nas redes sociais, que as eleições se tornaram um grande confronto épico, com ataques brutais de todos os lados, mas algumas coisas chamam a atenção: bombardeio em fogo cruzado, pois o que vemos, como regra, é o PT atacando o PSDB e o PSDB atacando o PT, ambos recorrem ao passado, numa tentativa emotiva de conquistar ou se manter no poder, citam problemas históricos, promessas nunca cumpridas e, diante disso, ambos possuem um discurso vazio e sensacionalista.  Nesse ponto, tenho plena convicção de que comprei algumas inimizades e críticas, pois é claro, a turma do PT vai ter mil argumentos e a turma do PSDB, idem. O que observo é que ambos têm coisas boas e coisas muito ruins e ponto final.

Mas como falei no inicio desse texto, não vou discutir partidos ou candidatos, mas sim, discutir a postura dos eleitores, dos brasileiros, do qual faço parte. Observo muito as pessoas colocando num ou outro candidato, toda a responsabilidade de um país, pois um representa uma mudança, já o outro, a continuidade do que estamos vivendo. Uns pregam que a atual forma é a melhor, outros, que uma mudança é essencial. Concluo que todos e, ao mesmo tempo, ninguém te razão.

O que vejo é que a quase totalidade das pessoas joga nas mãos de um ou outro candidato a responsabilidade que lhe compete. Dilma não vai fazer nada sozinha, Aécio idem, pois, ao contrário do que alguns pensam, eles não têm superpoderes e raios mágicos, que num estalar de uma varinha mágica, iriam consertar o Brasil, que vem sendo explorado e sucateado desde o seu “descobrimento”. Ambos os partidos possuem problemas, ambos possuem qualidades, ambos possuem passados duvidosos e ambos podem não fazer nada daquilo que prometem. Diante disso, o que fazer? Minha modesta opinião é simples: ao invés de jogar para eles a responsabilidade, assuma você essa responsabilidade e faça a mudança que tanto deseja.

Novamente você pode me criticar, achando que você não pode mudar nada, mas pode, só falta você acreditar nisso. Os eleitores, ao contrário do que uns 99% acham, não são eleitores somente no dia das eleições, pois as nossas responsabilidades são muito maiores do que as de qualquer candidato. A fala não é inédita, mas é verdadeira: votou num candidato, acompanhe sua vida pública depois, cobre, fiscalize e não fique fazendo de conta que não é com você, que você não tem nada a ver com isso, pois tem sim! Uma pergunta simples aos eleitores do Tiririca, vocês sabem o que ele fez no último mandato? Além disso, o que ele pretende fazer nesse próximo? Utilizei o Tiririca como exemplo, mas serve a qualquer um, pois o grande problema é esse, damos um poder enorme nas mãos de uma pessoa e deixamos essa pessoa livre por quatro anos, sem cobrar, sem analisar, sem fiscalizar. Quando é que vamos entender que os políticos, como o nome já o diz, são servidores públicos, ou seja, trabalham para nós?! Você deixaria um funcionário seu fazer o que quer?

Hoje pela manhã, assistindo ao noticiário, me deparei com uma matéria estarrecedora: algumas famílias de ladrões, ou seja, pais que estavam estimulando e incentivando seus filhos a roubarem, formando uma quadrilha. A organização era simples,  a família toda entrava numa loja e, enquanto o pai e a mãe distraiam os vendedores, os filhos, orientados pelos seus pais, retiravam objetos da loja e levavam para o carro da família. Diante disso,  questiono, que diferença vai fazer a Dilma ou o Aécio? Nenhuma, absolutamente nenhuma, pois nossos problemas vão muito além de uma urna, nossos problemas são de caráter, são de formação de base, são de família, que inverteu totalmente seus valores e, quem quer que seja o eleito, não vai fazer diferença nenhuma, pois nada será fiscalizado, talvez por falta de autoridade moral para isso, pois uma família que fez o que fez, vai poder exigir o que dos outros?

Eu sei, você vai dizer que você não faz isso e eu acredito, mas em menores escalas, você nunca tirou proveito de uma situação ilícita? Nunca deu uma de espertinho no trânsito? Nunca andou acima da velocidade e, quando chega perto do radar, diminui? Nunca teve uma justificativa ridícula para estacionar em local proibido ou em vagas especiais? São pequenos gestos que fazem o caráter de uma pessoa e, me desculpem, mas ando muito pessimista em relação ao caráter dos brasileiros, que tem se mostrado mais fraco a cada dia!

O dia em que a grande massa despertar, independente do político que ocupar o cargo de presidente, o governo será sério, pois haverá cobrança, haverá fiscalização e, como já é dito há muito tempo, nada assusta mais um governo do que pessoas conscientes, mas nós não somos, motivo pelo qual a política é o que é. Agora, no calor da discussão, todo mundo é consciente, todo mundo é politizado, mas isso dura até o dia da eleição, porque depois só vamos voltar a falar disso daqui a quatro anos, novamente criticando as falhas da gestão, como se fossemos uma entidade a parte e não um elo fundamental em todo o processo. Acredito que o dia em que a massa mudar, naturalmente a política vai mudar, pois essa mudança não estará mais nas mãos desse ou daquele candidato, ela estará fundamentada no caráter do povo, que naturalmente irá se refletir na política, pois essa podridão que hoje vemos na política, nada mais é do que a podridão social refletida no poder legislativo e executivo. Enquanto tivermos pessoas que acham normal tirar vantagem dos outros, nada vai mudar, enquanto você continuar estacionando numa vaga reservada, nada vai acontecer, enquanto você, discretamente, abrir o vidro do seu carro e jogar sujeira na rua, nada vai acontecer, enquanto você ultrapassar os limites de velocidade, colocando a vida de outras pessoas em risco, por um mero capricho seu, nada vai acontecer, enquanto você furar filas, nada vai acontecer, portanto, pare com esse discurso patético de mudança se você não muda nada na sua postura, não transfira para o candidato a responsabilidade que lhe cabe, não espere que ele, por decretos ou leis, vá mudar o caráter das pessoas.  Vote em quem quiser, pois isso é democracia, mas independente da escolha pelo seu candidato, escolha uma mudança de postura sua, escolha uma vida pautada pela ética, que nunca vai depender dos outros e sim, tão somente, dos seus valores e práticas pessoais. Caráter é aquilo que você faz enquanto ninguém vê, o resto é mero jogo de interesse e hipocrisia, pense nisso no dia 26 de outubro, vote em você e mude o Brasil.

 

Para refletir mais pouco, mais uma das fantásticas letras do grande Raul Seixas

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A culpa é sua!

Venho relutando há algum tempo ao expor alguns pontos de vista, pois sei que são polêmicos, mas por outro lado, chega de hipocrisia e penso que está na hora de começar a tirar um pouco desse fantástico mundo do faz de conta, onde eu não tenho, nunca, nenhuma relação com a podridão que está instaurada nesse país. Pois eu lhe afirmo: A CULPA É SUA! A CULPA É MINHA! A CULPA É DE TODA A NAÇÃO!

Confesso que já estou cansado desse discurso medíocre e esfarrapado, onde só se joga a culpa de todas as mazelas que vivemos no GOVERNO. Ele é culpado? Não tenho dúvidas sobre isso e, nem de longe o estou defendendo, mas saiba que você ai, que fica atacando, gritando e replicando coisas da qual nem conhece, mas como agora é moda criticar tudo, você também vai no embalo, pois bem, a CULPA É SUA TAMBÉM.

E vou enumerar aqui uma série de motivos para sustentar minha opinião, concorde você ou não:

1) O brasileiro é um povo oportunista! É isso mesmo que penso e, infelizmente, nasci nesse país e vou ter que carregar esse carma pelo resto da vida, mas é isso, o brasileiro é oportunista e sem vergonha. Exemplos? Tenho vários: ainda essa semana ouvi num noticiário, que nem me lembro qual foi, pois são tantas as desgraças que fica difícil guardar tudo, mas o resumo é que alguns belos exemplares de cânceres sociais estavam usando uma campanha séria, feita pela família de uma menina que precisa de um transplante que só pode ser feito nos EUA, transplante esse para o qual eles não tem recursos e, naturalmente, o Estado, omisso e negligente como sempre, não vai custear, ainda que isso represente 0,1% da verba destinada a um único estádio da Copa. Mas a discussão é outra, voltando a escória humana, algumas pessoas se aproveitaram da situação, da campanha de arrecadação que vem sendo feita e lançaram uma campanha com os dados da conta falsos, ou seja, você acha que está doando sua contribuição para a menina fazer o transplante, quando na verdade está doando para algum ser não qualificável, pelo menos em termos educados, pois se eu escrevesse o que estou pensando e sentindo, esse texto ficaria um pouco mais ofensivo. Esses vermes estão se aproveitando de uma garotinha que está morrendo para ganhar dinheiro fácil! Outro exemplo? Tenho, há uns quinze dias, com a greve do transporte público no Rio de Janeiro, outra notícia, as Vans estavam cobrando por um transporte que num dia custava R$ 3,00 e, de uma noite para outra passou para R$ 20,00 ou R$ 30,00. Ai você pode ter a infeliz ideia de dizer que isso é a lei da oferta e procura, mas eu te digo, isso é a lei da pilantragem, da falta de vergonha na cara, do oportunismo simples e descarado que impera nesse país e, caso você tenha pensado na tal da lei da oferta e procura, procure vergonha nessa sua cara, pois você é igual ou pior aquelas pessoas e só não fez a mesma coisa porque ainda não teve oportunidade. Poderia ficar escrevendo páginas e páginas exemplificando, mas creio que já alcancei meus objetivos com esses exemplos.

2) Brasileiro é folgado e mal educado! Sim, é isso mesmo, é um povo absurdamente folgado, que só pensa no próprio umbigo, no seu próprio bem estar! Quer exemplos também? Simples, vá ao supermercado e deixe seu carro estacionado e quando você voltar vai achar uma frota de carrinhos “estacionados” atrás do seu carro, pois o folgado, oportunista e mal educado do povo brasileiro é incapaz de dar alguns passos para depositar o carrinho no local correto. Sabe as vagas para deficientes? Outro bom exemplo! Mas é só um pouquinho, dizem muitos flagrados nessa situação. Pois bem, ampute uma perna, um braço por vontade própria e ai você pode parar à vontade, pois já que vergonha na cara não tem mesmo, que falta vai fazer uma perna ou um braço?! Tenho também muitos outros exemplos, como não respeitar a faixa de pedestres, mesmo quando há sinalização eletrônica para isso. Se nem na faixa respeitam, dispensa dizer nos demais lugares, pois os poços de arrogância, do alto da sua bestialidade, em frente a um volante se acham os donos do mundo, da rua e que todos devem abrir passagem para a sua ignorância sem fim. Pegue uma pista e ande na velocidade máxima permitida, não dou dois minutos até que mais uma célula cancerígena apareça dando sinal de luz, buzinando e fazendo gestos para que você o deixe passar, não importa se você está na velocidade permitida ou não, ele, do alto da sua bestialidade, precisa passar, mas depois, quando morre num acidente, vira vítima do Estado omisso que não fez campanhas educativas! Poupem-me de tamanha hipocrisia. Mas não são somente os motoristas, pois os pedestres também não cumprem as leis e utilizam as passarelas para fazer sombra na hora de atravessar uma via rápida, normalmente, bem embaixo da passarela, mas ai, quando atropelados, também viram pobres vítimas, queimam pneus, ônibus, protestam, só se esqueceram de usar a educação.

3) Brasileiro não tem caráter! Adora ficar dando lição de moral, mas quando recebe um troco errado (maior, naturalmente), não devolve, mesmo sabendo que o funcionário que devolveu errado terá o valor descontado do seu salário, mas azar o dela né, afinal, o mundo é dos espertos! Espertos onde, criatura? Você acha que isso é ser esperto? Para mim tem outro nome bem menos educado, você é um tremendo sem caráter e, para mim, se tem coragem de pegar troco errado, tem coragem para pegar qualquer coisa, portanto, você, meu caro, é um LADRÃO!

4) Brasileiro sempre tem uma justificativa para não assumir nada! Creio que dispense maiores comentários, mesmo porque, tenho certeza de que muitos, nesse momento, se chegaram até aqui, já estão montando desculpas para justificar o injustificável. A culpa sempre é do político, do Estado, de alguém que nunca é você, mas reforço: A CULPA É SUA, a culpa é todo brasileiro que não respeita leis, que só pensa em benefício próprio, que se aproveita de pessoas que estão morrendo para ganhar um dinheirinho fácil, que se encostam e se contentam com programas sociais que distribuem esmolas ao invés de lutar por algo justo e digno, que troca seu voto por uma cesta básica, que se vende por um churrasco, que acredita em tudo o que o Governo diz e que nunca pensa no coletivo, você, seu câncer social, também é culpado pela desgraça que está instaurada nesse país e que não vai mudar porque vai sair um partido e vai entrar outro, vai mudar quando você tomar vergonha na cara e mudar.

Mas eu não faço nada disso, portanto, sou uma vítima somente! Não é, não! Pois ainda que não faça, o que você também tem feito para mudar o mundo a sua volta? Ficar com o velho discurso comodista de que “ não vai adiantar, foi sempre assim” também não resolve, pois se você se omite, também é culpado, portanto, movimente-se, brigue pelos seus direitos, cobre, mas cobre com moral, cobre com razão, pois somente assim teremos o direito moral de cobrar dos nossos governantes uma atitude melhor.

Não vamos nos esquecer que políticos não são seres a parte, são provenientes do nosso próprio meio e, como dizemos, se nenhum tem caráter, isso nos faz pensar que boa parcela da população brasileira também não o tem!

Você faz sua parte? Ótimo, continue fazendo, pois é disso que esse país precisa, não importa se somos minoria, importaé que o movimento comece e ganhe a cada dia mais força, pois só assim vamos mudar algo de verdade, chega de pacto da mediocridade, onde todos possuem aquela cumplicidade velada para justificar coisas injustificáveis, seja em casa, no ambiente de trabalho ou no convívio social, CHEGA DE HIPOCRISIA, DE MEDIOCRIDADE, CHEGA DE OPORTUNISMO, CHEGA DE FALTA DE VERGONHA NA CARA!

 

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